quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Atualmente, não há um banco de dados confiável com essas informações. O Paraná é o único estado brasileiro que possui uma unidade da Polícia Civil especializada na busca de crianças e adolescentes desaparecidos, o Serviço de Investigação de Crianças Desapa­recidas (Sicride). O Sicride atua em casos de crianças até 12 anos – os demais são encaminhados para a Delegacia de Vigilância e Capturas. Em outros estados, os casos são investigados por delegacias comuns. Em São Paulo, por exemplo, a Delegacia de Homicídios investiga os desaparecimentos.

Dicas para os Pais
Veja dicas para evitar sumiço de crianças. Há mais em www.sicride.pr.gov.br:

Acompanhamento

> Nos passeios manter-se atento e não descuidar das crianças;

> Procurar conversar todos os dias com os filhos, observar a roupa que vestem e se apresentam comportamento diferente;

> Procurar conhecer todos os amigos do seu filho;

> Acompanhá-los à escola, na ida e na volta, e avisar o responsável da escola quem irá retirar a criança;

> Colocar na criança bilhetes ou car­tões de identificação com nome da criança e dos pais, endereço e telefone

> Não deixar as crianças com pessoas desconhecidas;

> Fazer o mais cedo o possível a carteira de identidade;

Orientação

> Ensinar a criança sobre como ligar a cobrar para pelo menos três números de parentes;

> Ensiná-las a procurar um policial quando estiverem em dificuldade;

Se preciso

> Perdendo a criança de vista, pedir imediatamente ajuda a populares e avisar a polícia.
No site da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidên­cia da República, há registros de 46 crianças e adolescentes desaparecidos no Paraná. Em todo o país seriam 629 desaparecidos (304 na Região Sudeste, 71 na Região Sul, 66 na Região Centro-Oeste, 62 na Região Norte e 126 no Nordeste), mas a própria secretaria admite que os dados não são oficiais, devido à ausência de órgãos que controlem os desaparecimentos nos estados. Segundo a secretaria, de 10% a 15% dos casos em todo o país não são solucionados.

A delegada titular do Sicride, Ana Cláudia Machado, tem um número diferente. Segundo ela, 24 casos de crianças ou adolescentes desaparecidos ainda não foram solucionados no Paraná – 12 antes da criação da delegacia, em 1996, e 12 depois. “Criar um cadastro nacional é uma boa medida. Vai possibilitar que se tenha um número para auxiliar as políticas públicas e para que possamos entender melhor o fenômeno”, afirma. Segundo ela, a média é de 80 a 100 desaparecimentos por ano no estado. “O índice de solução dos casos é alto. Desde 1996 tivemos cerca de 1,5 mil registros e em apenas 12 casos a criança não foi localizada. O objetivo da delegacia é a localização da criança, mas os casos em que elas infelizmente são localizadas sem vida variam de 3% a 5%.”

Recomendação

Ana Cláudia Machado faz uma recomendação: a polícia deve ser comunicada assim que os pais ou responsáveis percebam que a criança desapareceu. “Não existe prazo de 24 horas para que sejam iniciadas as buscas. Se a criança tinha um determinado itinerário e não está nele, a polícia deve ser comunicada imediatamente. Quanto antes recebemos a informação, mais fácil. E, nos casos em que ela é encontrada morta, a morte ocorre nas primeiras horas (do desaparecimento).” A recomendação é para a pessoa entrar em contato com o Sicride, no telefone (41) 3224-6822. A delegacia aciona outras unidades da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal.

A delegada acredita que a criação de unidades especializadas pode ajudar o trabalho em todo o país. “Podemos dar um atendimento mais rápido e eficaz. Também possibilita a capacitação dos policiais nessa área, centralizando os casos e facilitando as investigações dos caos em série.” O Sicride também trabalha na prevenção, com a realização de palestras e a edição de publicações destinadas ao público infantil e adolescente.

Para Arlete Caramês, mãe de Guilherme Caramês Tiburtius, desaparecido em 17 de junho de 1991, quanto tinha 8 anos, um ca­­dastro nacional é necessário, já que os dados são imprecisos. “Nin­guém sabe ao certo quantas crianças desaparecidas há no país”, afirma Arlete, que há 18 anos trabalha com prevenção e na divulgação de casos de crianças e adolescentes desaparecidos, no Movimento Nacional em Defesa da Criança De­­saparecida do Paraná (CriDesPar). “É fundamental que haja delegacias especializadas, porque é complicado trabalhar esses casos em uma Delegacia de Homicídios, por exemplo.” O número que o Cri­DesPar possui de desaparecidos no Paraná é diferente dos dados do Sicride e da Secretaria Nacional de Direitos Humanos: 28.

Serviço:

As fotos que ilustram esta página são de crianças desaparecidas no Paraná. Mais informações sobre elas em www.sicride.pr.gov.br.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Busca de Paradeiro procura familiares de ANNA SERREZ!

Busca de Paradeiro procura familiares de ANNA SERREZ!

O Departamento Nacional de Busca de Paradeiro da Cruz Vermelha Brasileira localizado à Pça.da Cruz Vermelha,10/1.andar Sala 6 cep 20230-130 Rio de Janeiro,RJ , telefones 21 2507-3392 ramal 29 e 21 2507-3577 ramal 29 está procurado:



por Anna Serrez ou familiares,natural de Guitzenhof, República Slovenia, em 30/4/1911, filha de George Gaber. Entre 1950/60 morava à rua Imperial, 7, no Itaim, em São Paulo,SP.
Quem solicita a busca é a irmã Johanna Gaber residente em Viena, Áustria.
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por Manoel Dantas de Souza, natural de Brejinho, RN, onde nasceu a mais de 70 anos,filho de Severino Dantas de souza e Joana Constantina de Souza. Último endereço Rua Campo Alegre,555, Rio Verde,GO.Casado com Eurides e tem 3 filhos.
4936



por Hugo Leonardo do Nascimento Pereira, nasceu no Rio de Janeiro,RJ, em 24 de novembro de 1986, filho de roberto Nunes Pereira e Marcilene Ferreira do Nascimento.
Em 1990 morava em Belo Horizonte,MG.
Pessoas que podem ajudar a encontrar o procurado:Luci Cândida da Silva, Rua Guimarani,Boa Vista,Belo Horizonte,MG, é Merendeira de Escola Pública.
4786

segunda-feira, 21 de maio de 2007

We can help to you!

The Brazilian Red Cross Tracing Department search:

AGNELO ELIZABÉ ANTONIO FRANCISCO MARIA AQUINO FÁTIMA SÃO SIMÃO DO ROSÁRIO RODRIGUES

son of Jaime Antonio Francisco Maria Aquino do Rosário Rodrigues and Maria Caetana Andrelina Colaço. Stdent of medicin, 4th.year in 1975 at University of Luanda in Angola. Birth date December 14, 1952.
Last contact September 1975. Last address Rua Coronel Artur de Paiva,30, Residência Universitária No.4, Luanda, Angola, Telephone number 37604.

Others informations. He was trainee at Maria Pia' s hospital in 1974/1975 at Luanda in Angola. He was tarinee too at São Paulo de Luanda's hospital in 1974. It was known that on September 1975 he went from Luanda to Luso(today Luena) passing by Nova Lisboa(today Huambo). Since this date(september 1975) he hadn't any news.

Note: His family (parents, brothers and sisters) live in Brazil and supplicate to everybody that can help to do that her address: ivette@huyck.com.br
Thank you!

Oswaldo de Bittencourt Amarante Filho
Head National Tracing Department in Rio de Janeiro
BRAZILIAN RED CROSS

Phone numbers: 21 2507-3392 ramal 29, 21 2507-3577 ramal 29 BPphone24hours 21 75634503
official e-mail: buscadeparadeiro@cvb.org.br
not official: tracingbrazil@yahoo.com.br

Cruz Vermelha Brasileira continua procurando!

O DEPARTAMENTO NACIONAL DE BUSCA DE PARADEIRO DA CRUZ VERMELHA BRASILEIRA CONTINUA PROCURANDO!!!

Agnelo Elizabé Antonio Francisco Maria Aquino Fátima São Simão do Rosário Rodrigues, filho de Jaime Antonio Francisco Maria Aquino do Rosário Rodrigues e Maria Caetana Andrelina Colaço. Nasceu no dia 14 de dezembro de 1952.
Em 1975 o procurado estudava no 4o ano de medicina na Universidade de Luanda, Angola.Seu último contato com a família foi em 1975.Seu último endereço foi: Rua Coronel Artur de Paiva,30, Residência universitária No.4, telefone 37604, Luanda,Angola.

Agnelo Elizabé estagiou no Hospital Maria Pia em 1974/1975, em Luanda, Angola. E também fêz estágio no Hospital São Paulo, em 1974.Em Setembro de 1975 se deslocou de Luanda para Luso( hoje Luena), passando por Nova Lisboa( hoje Huambo).Desde essa época não deu mais notícias para os pais que residem no Brasil.

Qualquer informação por gentileza entrar em contato com o Departamento Nacional de Busca de Paradeiro da CRuz Vermelha Brasileira, pelos telefones: 55 21 2507-3392 ramal 29 , 55 21 2507-3577 ramal 29 ou BPfone24hrs 55 21 7563-4503 e falar com Dr. Oswaldo Amarante Filho. Ou pelos e-mails tracingbrazil@yahoo.com.br ou buscadeparadeiro@cvb.org.br . Muito obrigado.

Por gentileza visitem o nosso site www.cruzvermelha.org.br
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